quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Garoto, vai mesmo postar isso no seu Facebook?

- Fala aew pessoal! Mil desculpas pela enorme demora, mas a continuação do conto “O Conselho” esta aqui em primeira mão no Blood! Tudo isso pra vocês fãs que movimentam o Blood e Escrito com Sangue, nossa!
Eu realmente amo todos vocês! Essa paixão avassaladora me envolve de modo a querer possuí-los e criar fantasias nesse meu mundo vampirico...
Que tal seguir o twitter do Escrito com Sangue? @Ecs_blog, tem promoção lá!

"Léguas de distancia separavam os sócios daquele em questão, como ele previa as cabeças reunidas hoje falariam bastante em seu nome se é que eles teriam coragem". O Conselho!

O beco testemunha barbáries supremas com sangue jorrado, á seu bel prazer Label faz com que aquele homem a sua frente, sofra. Os outros ainda não sabem, mas esta noite ainda terá muitos acontecimentos.

O celular não respondia. Caixa postal.
- O que será que houve? - varias situações bombardeavam a mente de Carlos.  LABEELL! Não poderia haver outro sentido pra isso.

A polícia chega ao local do crime após denuncia de gritos, e algo parecido com grunhidos e sons de dilaceração.
- PAUUL! VEM VEER! - O outro policial corria sem muita coragem e esperanças. Esse cara teve um fim nada muito agradável. Ah! Olha aqui! Isso são os olhos dele? Paul ao seu lado já estava de estomago virado.
Outros policiais cercavam o local e mantinham olhos curiosos bem longe até a chegada dos peritos. Cantando pneu e fazendo estardalhaço chegaram a cena.
- Sim chefe! Pode deixar - o homem que descia do carro falava ao celular.

Não, Label ainda não havia acabado e já estava na sua quinta vitima quando se deparou com Carlos parado encostado a uma escada de incêndio enquanto ele fazia suas atrocidades.
Despreocupado falou:
- Não, você não deveria estar aqui - repetidas vezes. Você tem que ser o ultimo, o ultimo... Ta me ouvindo?
- Não me faça rir Label, você acha mesmo que vai mais longe do que isso? Os membros já estão se deslocando, eles sabem o que fazer para pará-lo - falava Carlos enquanto caminhava lentamente assim como um felino a saborear a presa.
O vento sibilou e novas formas apareceram onde o louco estava.
A tensão se tornou o ar, porque apesar das cabeças ali soubessem o que fariam, nenhum deles sabia o que Label faria...

Pedro um brasileiro que estava de férias, passeava na calçada escura enquanto falava com seu amigo, o Beto no Brasil.
- Karaka! – murmurou ele baixinho. Tenho que desligar Beto, to vendo a coisa mais loka da minha vida.
O garoto começou a filmar toda a ação, escondido entre o tambor de lixo e a parede. Houve algumas horas em que o sangue espirrou na sua cara e no celular borrando a imagem um pouco enquanto mebros eram dilacerados e os gritos iam cessando. Pedro atônito percebeu tarde demais.
Label estava parado em frente à câmera do seu aparelho ensangüentado dilacerado.
Então sussurrou baixinho:
- Vamos garoto, vai mesmo postar  isso no seu Facebook ou Twitter? (Tanto faz). Vai querer mesmo a pessoa que os lembrara o porque que os humanos ja temeram a escuridão...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vergonha!!

Genteeeee, que vergonha, ninguém mais vem aqui no blog (incluindo eu mesma)!
O que aconteceu? Que pergunta besta, o de sempre falta de tempo ¬¬

Bom, eu também sumi e sinceramente nem sei se saberei escrever daquela forma novamente, só vim aqui para pedir minhas sinceras desculpas por ter sumido e por ter deixados todos sem nada de novidade!

Tentarei de coração voltar a ser o que era, mas sei que nunca mais será igual, uma pena, sinto falta dos pots de toda semana...

Bom gente é isso
Inté mais
Paah

#morrendodesaudades

domingo, 31 de julho de 2011

Dor


A dor é, por si mesma, curiosa. Desde épocas longínquas a dor provocada no corpo tem o poder de fazer até o mais temido dos homens ajoelhar-se frente a quaisquer que fosse. A dor carrega em si a humilhação. Um ser submetido a dor não é senhor de seus sentidos, não é senhor de si mesmo... Por esta razão tantos preferiam a morte à tortura. Na morte todos se encontram, na dor... todos se perdem.
Mas a dor também tem suas sutilezas... É caprichosa... se disfarça e depois revela-se. Podemos encontra-la vestida de ferro em brasa quando toca a pele, ou podemos vela trajando a ausência de alguém querido... Porém, dentre todos os trajes, nenhum se compara a culpa. Culpa é a dor nua. 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Maldade

Oiee gente ^^ 
Sei lá to sem assunto hoje... nem sei o que falar...
então sem rodeio vejam o que eu fiz hoje XD


"Você é má, é má, é má, é má..."
A voz irritante não saia de sua cabeça, parecia um disco velho, uma assombração do seu subconsciente.... Quem sabe sua própria consciência , ou pior, talves seja real e pertença a algum espírito maligno que se alimente de suas ideias e sinta prazer em executa-las... Nilana não sabia...
O pesadelo já tinha alguns meses. Tinha acabado de entrar em casa e ouviu um barulho no segundo andar. Era seu irmão que estava revirando as suas coisas. Ela tentou manter a calma mas a raiva já havia tomado conta e gritou uma ameaça do andar de baixo mesmo "Se você não sair dai fedelho eu vou subir e quebrar alguns dentes da sua boca!" O garoto ouviu e provavelmente ficou com medo do tom da sua voz, saiu correndo entrando no próprio quarto.
No dia seguinte seu irmão de apenas 6 anos caiu de bicicleta batendo a boca na guia. Ele quebrou 4 dentes no impacto. Foi a primeira vez que ouviu essa voz.
"Você é má, é má, é má, é má..."
Percebeu que mesmo as ameaças não verbais se concretizavam. As vitimas eram diversas... Pais, familiares, amigos, inimigos... Todos sofriam estranhos acidentes...Todos pagavam com sofrimento por terem provocado a ira de Nilana. E esta sofria também, com o arrependimento e com a maldita voz que não a deixava esquecer que ela era a culpada por tudo aquilo. Ela simplesmente não conseguia controlar. Como poderia não sentir raiva de ninguém?
Com o tempo o sofrimento deu lugar ao compromisso e a aceitação...Ela não podia fazer nada pra evitar aquilo... E além de tudo, as pessoas procuravam... A voz continuava a exaltar sua maldade, mas ela nem se importava, pelo contrario, começou a apreciar, "Ser má" era uma qualidade.
Todos sofriam, ninguém a culpava. Tudo estava bem.

***

Um dia voltando da escola decidiu passar no shopping, fazia tempo que queria um vestido mas só agora tinha dinheiro suficiente. Começou a passear pelo lugar com uma sacola na mão e um refrigerante na outra quando avistou alguém familiar. Chegou mais perto e viu... seu namorado sentado em uma mesa na praça de alimentação...com outra garota. Não conseguia ver quem era... mas pouco importava, não acreditava nos seus olhos. Ele não podia fazer isso. Ela sofria... e queria que ele sofresse... sofrer era pouco, queria a morte.
"Você é má, é má, é má, é má..."

***

Nunca a voz a incomodou tanto, estava no velório e seus sentimentos eram uma mistura de ódio e amor. Sua melhor amiga a viu chorando e veio abraça-la...Começou a dizer coisas boas sobre ele, mas ela sabia que ele não era tão bom assim... Mas no meio daquele mar de elogios e falsidade escutou algo que a deixou com uma nó na garganta "Hoje mesmo nós estávamos no shopping combinando seu aniversário...". Soube naquele momento que ele não a tinha enganado e mesmo assim havia morrido... Não conseguia acreditar. Queria morrer.
"Eu sou má, má, má, má..."


BjOs
By_Flávok_

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Algo sobre estrelas, poeira e sonhos..

Olá gente
Nossa que saudades! [sim eu ainda tenho saudade do blog rsrs] Mas são muitas coisas que me afastam daqui... Mas enfim não vamos entrar na minha vida neh hehe

Esse texto não é bem o estilo do Blog... mas é oq eu senti vontade de postar XDD espero que gostem

***

Já era dia e eu tinha uma constelação diante de mim. O Sol da manhã cruzava minha janela e ao mesmo tempo em que me acordava de maneira indelicada, transformava a poeira suspensa no ar em estrelas. Meus pensamentos ficaram retidos por alguns minutos nessa constatação tão banal de que tinha poeira brilhante no meu quarto.
Depois de um tempo me lembrei que elas não brilhavam só refletiam a luz do sol, então me lembrei de uma frase que dizia "Todos somos feitos de poeira de estrelas", uma alusão ao fato de que os atomos são iguais em ambos. Mas minha mente vagava na ideia de que essas poucas horas matinais eram a recompensa dada a pequenas particulas desgarradas, não como um ato de pena, e sim para que se lembrem do antigo brilho.
Pensei em como essa poeira pode assemelhar-se aos nossos sonhos...As vezes eles podem parecer vagos, inconsistentes e impossiveis. Destinados a viver em um cantinho escuro da nossa mente que não deve ser revirado para poupar-nos a dor da decepção... Ou da faxina. Mas só você tem o poder de transforma-los em poeira...Ou em uma constelação.
Hoje eu acordei como se pudesse tocar as estrelas... E podia.

***

BjOs
By_Flávok_